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O que Cristo faria?

  • Foto do escritor: Claudia Vilas Boas
    Claudia Vilas Boas
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Muitas vezes me surpreendo com argumentos de determinadas pessoas.

Hoje muito se fala em despertar. Mas o que realmente significa isso?

Vejo pessoas dizendo que já não conseguem conviver com aqueles que não entendem o processo ou não estão na mesma sintonia.

Esse isolamento, em um primeiro momento, até foi necessário para que pudéssemos entender o que estava acontecendo, buscar informações e nos aprofundarmos no autoconhecimento.

Contudo, passada essa fase, manter-se em isolamento talvez demonstre que nada foi realmente aprendido.

É como se a borboleta se recusasse a sair do casulo e alçar voo, cumprir seu papel de polinizadora, espalhando sementes e garantindo a biodiversidade.

De que adianta acumular conhecimento sem utilizá-lo para contribuir com o mundo em que vivemos?

Acredito que todo o aprendizado chegou a nós para uma ampliação da consciência.

Se adquirimos mais sabedoria, consequentemente, nosso olhar se torna mais benevolente e compassivo com os demais.

Passamos a entender que todos temos um papel importante a desempenhar, e que cada um chegará a essa compreensão em algum momento.

Se estamos aqui ainda, é porque temos trabalho a fazer.

Isolar-se parece até mesmo um pouco arrogante, pois traz a impressão de superioridade, quando na verdade, desafiar o que nos causa desconforto garante grandes e valiosas lições.

Nos momentos de questionamento sobre todo esse processo e diante de tantas divergências, me pergunto: o que Cristo faria? Se isolaria e guardaria para si todo o conhecimento que possuía, ou tentaria encontrar uma forma viável para se comunicar e passar a mensagem.

Na verdade foi exatamente isso que Ele fez ao usar parábolas, possibilitando a compreensão dos ensinamentos que queria compartilhar.

Somos seres sociais e nesse momento temos muito o que fazer e aprender, pois a interação com os demais nos permite evoluir e ampliar nossas experiências.

Muitos dizem que os despertos são os escolhidos, mas na verdade eles apenas escolheram olhar para dentro e buscar o propósito de suas existências. E esse é o caminho da humanidade, porém, o trajeto e o tempo de jornada é individual.

Há muitas distrações e discursos que podem nos desviar da finalidade dessa vivência.

Por isso, nos momentos de dúvida, paro, respiro e pergunto ao universo, e a resposta sempre chega.

Concentre-se nas referências que sustentam sua fé e seus valores.

Quando a mente fica confusa diante de tanto barulho e narrativas contraditórias eu me aquieto e pergunto: o que Cristo faria? E nunca houve silêncio, a resposta sempre vem até mim, por meios diversos, mensagens aleatórias, por sinais, através de alguma pessoa inesperadamente, ou por minhas próprias reflexões, afinal, carregamos uma bagagem farta dentro de nós.

Portanto, quando tudo parecer confuso e sem sentido, busque ouvir a consciência divina que existe em cada um de nós. Esse é o melhor caminho para construir uma vida de paz, amor e equilíbrio.

#pracegover #paratodosverem ilustração de várias pessoas conversando alegremente em um jardim. Ao fundo a silhueta translúcida e brilhante de Cristo caminhando em direçãos a eles, sorrindo amavelmente. Arte digital


 
 
 

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