Insanidade e Isenção
- Claudia Vilas Boas

- há 3 dias
- 2 min de leitura
Será realmente o fim dessa civilização como a conhecemos?!
Torço para que sejam os suspiros finais de um tempo de sombras e que a luz abra caminho e preencha todos os espaços.
Não há como fingir não perceber o imenso retrocesso que certas agendas promoveram sutilmente ao longos dos séculos.
Sim, retrocedemos, e muito, moralmente.
Refiro-me a nós, porque de uma certa forma todos acabamos permitindo, de alguma maneira, que essa agenda cruel avançasse.
Muitos participando ativamente e milhões se calando diante dos absurdos.
Permitimos divisões para facilitar o controle, aceitamos que nos convencessem sobre o que podemos ou não falar e sentir. O tal politicamente correto virou norma de conduta. Uma norma que interessa a quem? A resposta é fácil, basta querer abrir os olhos, assumir o desconforto que as revelações nos causam e despertar para a realidade.
Contudo, isso exigirá atitude, posicionamento e alguns necessários embates.
Enquanto desviam os olhares dos incautos para as distrações promovidas pelos hipócritas, tais como, shows, novelas, programas e músicas de baixíssimo nível, a crueldade avança.
Estão tentando normalizar o que deveria ser ferozmente combatido. O que já não deveria ser aceito, nem hipoteticamente.
As teorias conspiratórias a cada dia se comprovam como reais, apesar de insanas.
Insanas para quem tem ainda humanidade e moral.
E a agenda avança promovida por seus marionetes, com falas mansas, sinalizações de virtudes inexistentes, ganhando até mesmo premiações, onde são exaltados pelos sonâmbulos inebriados pelos discursos eloqüentemente falsos.
Há uma divisão nítida, e não se trata somente de torcida, mas de caráter. Agora a luta é entre o bem e o mal, entre luz e treva, entre humanidade e monstruosidade.
Não há mais como continuar fingindo, não há mais como se calar e prosseguir com a alma leve.
Ninguém que aqui está é melhor ou mais merecedor, e portanto, imune aos fatos.
Estamos aqui para trabalhar e contribuir, não somente para observar como se fôssemos seres iluminados e superiores.
O mal grita e faz barulho, e com isso avança e conquista espaços, enquanto o bem foi convencido de que as batalhas não lhes pertencem, que o céu os espera com anjos e harpas.
A quem interessa a inércia, a isenção e falta de atitude? O raciocínio é lógico.
Já passou da hora de fazermos as escolhas e tomarmos as atitudes necessárias para implementá-las. Não há salvadores externos, eles já estão aqui, mas ainda não perceberam.
Como já dito em outro texto, nós somos aqueles pelos quais tanto esperamos.
Despertem, assumam seus papéis.
A isenção de muitos os levará à própria ruína. Os mornos serão engolidos pelas sombras.
É hora de colocar o aprendizado em prática, com coragem e sabedoria.
Tempos insanos exigem atitudes fortes e incisivas.
Assumir o papel e o devido lugar na história da humanidade é imprescindível para construir e participar da nova era que se aproxima.
Coragem, foco, força e fé, serão as armas necessárias para os tempos atuais e para combater definitivamente o mal, abrindo caminho para toda a luz que é nossa verdadeira essência.
#parcegover #paratodosverem ilustração de várias pessoas caminhando sobre o Planeta Terra, todas retirando vendas dos olhos com as mãos, descobrindo os olhos e demonstrando uma expressão de surpresa. Do céu chegam raios de luz. Arte digital





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