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  • Claudia Vilas Boas

Formigueiro

Vi esses dias umazinha aí, que nem vou citar o nome, pois esse tipo de pessoa não merece palco, apesar de, estando em cima de um, ter ultrajado o maior símbolo do próprio país. Numa atitude “lacradora ”, aliás lacrar para mim é sinônimo de idiotice, pisoteou a bandeira do Brasil.

Já pensou se isso fosse com a bandeira dos Estados Unidos, por exemplo?

Mas esse povo foi tão imbecilizado que não consegue entender que um político pode estar momentâneamente no poder, na presidência de um país, mas ele não é o país.

E assim, fica claro o estrago feito nessas duas décadas passadas, de um desgoverno, que em sua maioria, não tinha representantes na política, mas, militantes. A começar pelos fantoches que ocuparam sucessivamente o mais alto cargo do executivo.

Essa militância mais parece um grande zoológico sem grades. Há de tudo ali misturado, gazelas saltitantes, cabritas enlouquecidas, jumentos adestrados, ovelhas compassivas e um variedade imensa de espécies raras. Contudo, há algo em comum entre eles. A maioria parece viver em constante letargia, em estado de desconexão com a realidade, uma hipnose que os leva a uma situação de demência.

Para fazer parte dessa “ideologia” parece que o primeiro requisito seja abdicar do direito de pensar livremente.

Para quem percebe a manipulação é muito fácil ver as manobras.

Incitar ódio aos símbolos nacionais, à língua pátria, aos valores morais e à família.

Nunca antes na história se viu uma desestruturação nas famílias como vemos agora. O desrespeito com pais, irmãos e demais familiares que ousarem discordar das narrativas falaciosas.

Uma doença mesmo, que assolou o país e o mundo de forma geral. O tal globalismo, para o qual a tal “$ciencia” jamais criará um tratamento, uma vez que essa patologia sustenta todos os demais crimes praticados em nome do "bem estar".

Contudo, mais uma vez eles deram um tiro no próprio pé. Despertaram os sonâmbulos que dormiam em berço esplêndido, mas que tinham em estado latente preservados o seu amor aos valores patrióticos, às suas raizes, à terra que os acolheu.

E o movimento é visível e grandioso, embora muitos tentem escondê-lo e distorcer a realidade.

O maior patrimônio de uma nação é o seu povo.

E embora a mídia, o “quarto poder”, esteja a serviço das sombras, manipulando a massa, não há como apagar a luz de um povo que carrega no coração as cores de sua bandeira e o amor pelo solo em que pisa.

Que eles entendam de uma vez por todas, que o poder é temporário, que eles são apenas instrumentos de aprendizado e a necessária peneira para separar o que presta e o que é lixo.

A sombra serve à luz. As verdades surgem dos contrapontos, dos contrastes.

O que muitos chamam de julgamento nada mais é do que a mente trabalhando, questionando para criar seus juízos de valor, sua base e suas escolhas.

E até isso tentaram nos tirar. Uma mente que pensa é perigosa, ela pode contaminar outras mentes com o sentimento de liberdade. As pessoas podem descobrir que elas têm, cada uma à sua maneira, um papel relevante na construção do futuro. E contra o formigueiro trabalhando em harmonia não há nenhum inseticida que realmente seja eficaz. Alguns nichos podem ser destruídos, mas outros se formarão com mais força e resistência.

E o que sinto, observando todas essas aberrações que estão surgindo com uma frequência impressionante, é que o formigueiro está se tornando cada dia mais resistente ao inseticida.

Que siga assim até adquirir a total imunidade, tornando-o inócuo e ultrapassado.

Então, seja sendo formiga ou inseticida, é hora de assumir o próprio papel nessa jornada. Escolha, posicione-se, pois nada mais pode parar esse movimento. Nada mais pode parar o que está por vir.

#pracegover #pratodosverem ilustração de um enorme cogumelo sob o qual caminham uma fileira de formigas carregando ovos, debaixo de uma trempestade.



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