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Bolhas

  • Foto do escritor: Claudia Vilas Boas
    Claudia Vilas Boas
  • 18 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 13 de jan.

De uma certa forma, crescer sem redes sociais foi uma dádiva.

A geração analógica viveu de uma forma muito mais real.

Os dramas, desafios, conquistas e as alegrias forjaram o caráter, a força e resiliência de uma geração.

Se os pensamentos eram divergentes, havia discussão, diálogo, debate e todos podiam se manifestar.

Nos tempos atuais tudo é ofensivo.

Tempos de chatice extrema e piadas sem graça alguma.

Vivemos em meio a um discurso hegemônico onde foram criadas bolhas e espirais de silêncio.

E pensando bem, nós mesmos acabamos nos enfiando nessas bolhas e nos aprisionando nas espirais, quando permitimos que outros nos impeçam de falar, de expressar a nossa verdade. Quando não exigimos reciprocidade no respeito que oferecemos.

A liberdade é valiosa demais e deve ser preservada.

Conflitos não são necessários, mas limites sim.

Precisamos sair das bolhas e das espirais silenciosas que nos envolveram, em alguns casos, sem que sequer percebêssemos e , em outros, por pura falta de coragem mesmo.

Somos seres livres, essa é nossa natureza.

É momento da terra se libertar das armadilhas impostas por seres que nada têm de humanidade, uma vez que não respeitam a essência dos verdadeiros donos desse planeta.

É momento de expandir e se libertar, ascender e assumir o propósito para o qual fomos criados. É hora da luz da verdade libertar a humanidade.

Vídeo no Canal

#pracegover #paratodosverem imagem de pessoas caminhando por uma cidade, envoltas em bolhas translúcidas, tendo nas mãos espirais translúcidas. Arte digital


 
 
 

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