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Silêncio é um luxo para tempos de paz!
Há um provérbio que diz que a palavra é prata e o silêncio é ouro. Contudo, há momentos em que silenciar pode não ser uma escolha sábia, mas sim uma grande covardia. Quando presenciamos uma injustiça e calamos, estamos compactuando com ela e permitindo que ela se perpetue. Quando ficamos em silêncio em momentos que exigem escolha, entregamos a terceiros o controle de nossas vidas. Silenciar em situações onde apenas haverá desgaste e nenhuma produtividade pode ser sabedoria, m

Claudia Vilas Boas
há 3 horas2 min de leitura


Os fins justificam os meios?
Em dezembro de 2012, durante uma corrida de cross-country em Burlada, Navarra, o corredor queniano Abel Mutai, que era o líder isolado da prova e havia sido medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, se confundiu com a sinalização da pista. Pensando que já havia cruzado a linha de chegada, Mutai desacelerou e parou cerca de 10 metros antes do fim real da corrida. Iván Fernández Anaya, um atleta espanhol, estava em segundo lugar e vinha logo atrás. Em vez de aproveit

Claudia Vilas Boas
15 de out.3 min de leitura


Seja quente ou seja frio
Omissão, a pior das covardias. O omisso, via de regra, é aquele que não suporta o peso das responsabilidades da vida. Prefere não escolher para poder culpar a terceiros pelas mazelas de sua vida ou colher os frutos do que não plantou. É alguém que vive à margem, ou talvez seria mais apropriado dizer, apenas sobrevive. Toda sua vida é pautada através das escolhas e atitudes alheias. Vive nas sombras, embora muitas vezes finja, e até mesmo acredite, ser superior e até bom, pela

Claudia Vilas Boas
8 de out.4 min de leitura


Independência
Ando tomada por uma nostalgia, uma saudade dos tempos em que a vida era mais simples e mais honesta. Saudade das sensações incríveis que a simplicidade nos causava. Do perfume delicioso que a chuva trazia após dias secos. Da liberdade de correr na chuva com os amigos, sem medo de adoecer e do aconchego do banho quente contrastando com o frio que sentíamos quando a brincadeira parava. Saudade do olhar de unidade que tínhamos. Nossos amigos eram apenas…nossos amigos. Não haviam

Claudia Vilas Boas
1 de out.2 min de leitura
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